Calor pode potencializar efeitos colaterais de remédios
Com planeta cada vez mais quente, especialistas defendem maior conscientização de médicos e pacientes para ajuste de doses e até mudanças regulatórias
O clínico geral prescreve 50 miligramas de um betabloqueador, duas vezes ao dia, para uma pessoa de 70 anos com insuficiência cardíaca crônica e arritmias.
Normalmente, isso ajuda o paciente. Mas o que acontece quando lá fora faz quase 40 graus, como nas ondas de calor extremo do Brasil? Esta é uma pergunta com a qual especialistas têm se confrontado cada vez mais diante das mudanças climáticas.
A temperatura externa desempenha um papel importante na dosagem de medicamentos. Para manter a temperatura central do corpo constante, o organismo reage ao calor intenso com aumento da sudorese, dilatação dos vaso...









