Câncer de pele: por que consultas devem continuar mesmo após a retirada do tumor
O Instituto Nacional de Câncer (INCA) estima que o Brasil registre cerca de 781 mil novos casos de câncer por ano entre 2026 e 2028, em um cenário no qual a doença se aproxima das cardiovasculares como principal causa de morte no país. Desse total, os tumores de pele aparecem como os mais frequentes.
Para o dermatologista Carlos Alberto Bruno, a supervisão do paciente deve permanecer mesmo após diagnóstico de cura ou retirada do tumor.
"O tumor é retirado, o exame confirma, mas os fatores que favorecem o câncer continuam ali: os anos de exposição solar e a predisposição genética. A pele inteira permanece vulnerável. O risco de abandonar o acompanhamento é perder a chance de encontrar o próximo câncer ainda pequeno", explica.
O especialista destaca que, se o paciente foi diagnostic...









