
O Aeroporto de Teresina transportou 61 órgãos destinados a transplantes em outros estados entre janeiro e 15 de setembro de 2026. Foram 29 fígados e 32 rins encaminhados por via aérea dentro de uma operação que exige agilidade e integração entre diferentes profissionais.
Os números ganham destaque neste domingo (27), quando é celebrado o Dia Nacional da Doação de Órgãos, data criada para ampliar a conscientização sobre a importância da doação e incentivar o diálogo sobre o tema.
O transporte de órgãos envolve uma logística diferente da operação convencional de passageiros. A movimentação depende da comunicação e do alinhamento entre as equipes responsáveis pela captação, acondicionamento, transporte e recebimento dos órgãos.
No aeroporto, os profissionais precisam garantir que o procedimento ocorra de forma organizada e dentro do tempo necessário. Por meio da malha aérea, órgãos captados no Piauí podem ser encaminhados para outras unidades da Federação e destinados a pacientes que aguardam por um transplante.
Operação exige agilidade
Segundo Chirlayne Torres, gerente do Aeroporto de Teresina, o transporte exige integração entre os profissionais envolvidos.
“O transporte de órgãos é uma operação que exige muita responsabilidade, agilidade e integração entre diferentes profissionais. Para nós, enquanto aeroporto, é muito importante fazer parte dessa cadeia e contribuir para que esse transporte aconteça com segurança e dentro dos procedimentos necessários. É um trabalho que muitas vezes acontece de forma discreta, mas que tem um significado enorme, porque estamos falando de uma logística que pode contribuir para salvar vidas”, destacou.
A movimentação também mostra uma das funções da infraestrutura aeroportuária que vai além do transporte de passageiros. Em operações como essa, a conexão entre diferentes cidades e estados faz parte de uma cadeia que depende de planejamento, rapidez e coordenação.
Fonte: Portal CidadeVerde.
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