Volante ficou de fora da semifinal da Copa do Brasil

O Fluminense encerrou a temporada de 2025 com um número significativo de problemas físicos no elenco e viu o departamento médico trabalhar de forma intensa ao longo do ano. Ao todo, o clube registrou 42 baixas médicas durante a temporada, número inferior ao de 2024, mas ainda impactante em momentos decisivos do calendário. Os números foram levantados pelo “Gato Mestre”.
Entre todos os atletas, Germán Cano foi quem mais precisou de atendimento médico em 2025. O atacante teve quatro passagens pelo DM, principalmente por problemas nos joelhos e na panturrilha. As lesões o afastaram de partidas importantes e o tiraram dos últimos jogos da temporada, justamente na reta final das competições.
Apesar de Cano liderar o número de idas ao departamento médico, quem mais tempo ficou fora de ação foi o volante Otávio. O jogador sofreu uma grave lesão no tendão de Aquiles ainda em março e perdeu 29 partidas, ficando fora de torneios inteiros, como o Mundial de Clubes, além de grande parte do Brasileirão e da Sul-Americana.
No final do ano, o volante Hércules teve problema na coxa e não conseguiu estar em plena forma para a disputa da semifinal da Copa do Brasil, contra o Vasco. O jogador era peça-chave no elenco e fez falta no setor.
O setor de criação também foi bastante afetado. Paulo Henrique Ganso enfrentou um início de temporada complicado por conta de uma miocardite, condição clínica que o afastou por um longo período. Ao longo do ano, o meia ainda lidou com problemas musculares na coxa e na panturrilha, acumulando um número elevado de jogos fora.
Na defesa, Thiago Silva também teve um ano marcado por interrupções físicas. O zagueiro passou por três períodos no departamento médico, principalmente por lesões musculares na coxa e um problema no tendão do pé esquerdo, totalizando 18 partidas como desfalque. Ignácio, recém-chegado ao elenco, também sofreu uma lesão grave no joelho e perdeu 16 jogos.
O ataque não escapou. Além de Cano, nomes como Keno e Soteldo também tiveram passagens frequentes pelo DM. O venezuelano, em especial, ficou afastado por um longo período entre julho e setembro, somando 16 jogos fora por lesões musculares na coxa.
Nem os goleiros ficaram livres dos problemas físicos. Marcelo Pitaluga perdeu 12 partidas por conta de uma fratura no dedo da mão, enquanto Vitor Eudes ficou fora em momentos pontuais da temporada devido a questões musculares.
O levantamento aponta que as lesões musculares, especialmente em coxa, panturrilha e joelho, concentraram a maior parte das ocorrências no elenco tricolor ao longo de 2025. Apesar da redução no número total de baixas em relação ao ano anterior, o impacto das ausências foi sentido em fases decisivas da temporada, principalmente nas copas.

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