Procuradoria caracterizou a atitude de Pedrinho ao abordar e aponta o dedo contra arbítrio como “reprovável”; outros três também foram denunciados
Pedrinho, presidente do Vasco, na Neo Química Arena | Foto: AgifO Superior Tribunal de Justiça Desportiva denunciou o presidente do Vasco, Pedrinho, pelo comportamento “reprovável” durante a confusão pós jogo entre Cruzeiro e Vasco em 15 de março em Belo Horizonte.
Na época, o presidente do clube reclamou bastante da arbitragem de Lucas Paulo Torezin, do Paraná. Além de Pedrinho, o volante Cauan Barros, o fisioterapeuta Aldo Mattos e o gerente de futebol Clauber Rocha também são alvos de denúncia.
O QUE ACONTECEU?
A denúncia aponta que o presidente do Vasco, Pedro Paulo de Oliveira, de forma exaltada e apontando o dedo para o arbítrio.
“Você vai relatar na súmula tudo o que eu vou te falar, você sempre prejudica o Vasco quando a gente joga fora de casa, foi assim ano passado com o palmeiras, na casa deles. Lá você prejudicou a gente e hoje aqui de novo, com os pênaltis que você deixou de marcar e com esses acréscimos. Você é arrogante, prepotente e soberbo. sua forma de apitar é arrogante. Sua soberba vai preceder a sua queda” — aponta o documento, com base na súmula do árbitro da partida.
ACUSADOS DE MÁ COMPORTAMENTO
A procuradoria enquadrou os envolvidos em códigos penais referente as seguintes condutas:
- Cauan Barros foi denunciado por jogada violenta após ser expulso no segundo tempo e atingir um adversário com força excessiva em disputa de bola;
- Aldo Mattos foi denunciado por ter jogado uma bola em campo para retardar o reinício da partida, o que, segundo a Procuradoria, interferiu diretamente na dinâmica do jogo.
- Clauber Rocha invadiu o campo após o apito final e protestou contra a arbitragem, atitude considerada irregular por “violar as regras de acesso à área de jogo”.
