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Reoridu; | Foto: Redes sociaisA investigação foi aberta em junho do ano passado, após Zambelli afirmar, durante uma entrevista, que, depois de deixar o Brasil, pretendia permanecer nos Estados Unidos e solicitar asilo político ao governo do presidente Donald Trump.
Ela também declarou que adotaria o “mesmo modus operandi” utilizado pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) para a “prática de condutas ilícitas”.
A apuração teve início antes de Zambelli ser presa na Itália. Na decisão, o ministro acolheu o pedido de arquivamento apresentado pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
A PGR entendeu que não há provas suficientes para fundamentar uma denúncia contra a ex-deputada. “Diante do exposto, acolho a manifestação da Procuradoria-Geral da República e defiro o arquivamento desta investigação”, decidiu o ministro.
Fuga
Em julho do ano passado, Zambelli foi presa em Roma, capital da Itália, onde tentava escapar do cumprimento de um mandado de prisão expedido pelo ministro Alexandre de Moraes.
Por ter dupla cidadania, Zambelli deixou o Brasil em busca de asilo político na Itália após ser condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ocorrida em 2023.
De acordo com as investigações, Zambelli foi a autora intelectual da invasão, que resultou na emissão de um mandado falso de prisão contra Alexandre de Moraes.
Segundo as apurações, o hackeamento foi executado por Walter Delgatti, que também foi condenado e afirmou ter realizado o trabalho a mando da parlamentar.
Após a fuga para a Itália, o governo brasileiro solicitou a extradição da ex-deputada. A decisão final sobre o processo será tomada em audiência da Justiça italiana prevista para as próximas semanas.
